Quantas vezes me deparo deitada do teu lado
a observar-te, lindo, fascinante, intocável...
Algo em ti me cativou e me faz olhar para ti sem parar!
Quando estou a olhar para ti eu sei e sinto o que é o amor!
Possivelmente levei mais tempo do que gostaria a descobrir, mas agora que tu apareces te
o meu grande amor eu não posso nem vou deixar-te escapar!
Tenho de conquistar cada sorriso teu, cada olhar, cada toque....
Se vou conseguir?.... Não sei, mas vou tentar a todo o custo e com todas as minhas forças.
Tu também vais aprender o que é o amor!
22/02/10
03/02/10
Não estou feliz!
Há muita coisa em mim que não está bem,
as pessoas crescem e naturalmente vão pensando de outra forma!
As coisas que em criança me alegravam hoje em dia não me alegram e os meus pensamentos voam bem mais alto que nessa epóca.
Apetece-me ter o meu canto, a minha casa, o meu quarto só meu, mesmo, um espaço que eu sei que ninguém vai invadir se eu não deixar, que eu sei que ninguém vai abrir a porta sem primeiro bater, um espaço que eu sei que quem sair, fechará sempre a porta!
Quero um espaço onde eu sei que senão quizer comer não como, se quizer dormir até tarde durmo, se quizer arrumar a cozinha só amanhã arrumo.
Sinto-me sufocada dentro das 4 paredes em que vivo. A casa é monstra mas ao mesmo tempo tão pequena para todos os que lá habitam.
Tou cansada de ter sempre alguém a dizer-me o que devo ou não fazer, eu é que tenho de fazer as minhas escolhas, sem pressões, sem empurrões!
Se cair saberei levantar-me....
Senão souber certamente que alguém me ajudará a faze-lo!
Será que para os pais é pedir muito deixarem-nos crescer?
Não imaginam a tristeza que me invade quando penso que qualquer pai ficaria feliz com a emancipação de um filho, com o estar presente para visionar as glórias, as conquistas que este faz na vida.
Eu tenho um sonho: ter uma casa para mim, o meu espaço sem quebrar laços, sem ver más caras dos meus pais, sem saber que se saír será a mal e que exigiram muito mais de mim, como que uma chantagem.
Será que não podem apoiar-me? Ajudar-me a encontrar o meu lugar?
as pessoas crescem e naturalmente vão pensando de outra forma!
As coisas que em criança me alegravam hoje em dia não me alegram e os meus pensamentos voam bem mais alto que nessa epóca.
Apetece-me ter o meu canto, a minha casa, o meu quarto só meu, mesmo, um espaço que eu sei que ninguém vai invadir se eu não deixar, que eu sei que ninguém vai abrir a porta sem primeiro bater, um espaço que eu sei que quem sair, fechará sempre a porta!
Quero um espaço onde eu sei que senão quizer comer não como, se quizer dormir até tarde durmo, se quizer arrumar a cozinha só amanhã arrumo.
Sinto-me sufocada dentro das 4 paredes em que vivo. A casa é monstra mas ao mesmo tempo tão pequena para todos os que lá habitam.
Tou cansada de ter sempre alguém a dizer-me o que devo ou não fazer, eu é que tenho de fazer as minhas escolhas, sem pressões, sem empurrões!
Se cair saberei levantar-me....
Senão souber certamente que alguém me ajudará a faze-lo!
Será que para os pais é pedir muito deixarem-nos crescer?
Não imaginam a tristeza que me invade quando penso que qualquer pai ficaria feliz com a emancipação de um filho, com o estar presente para visionar as glórias, as conquistas que este faz na vida.
Eu tenho um sonho: ter uma casa para mim, o meu espaço sem quebrar laços, sem ver más caras dos meus pais, sem saber que se saír será a mal e que exigiram muito mais de mim, como que uma chantagem.
Será que não podem apoiar-me? Ajudar-me a encontrar o meu lugar?
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